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NOTÍCIAS - Mundo

Quarta-feira, 29/01/2020 11:47 - Atualizado em 30/01/2020 08:38
Por Luiz Carlos Ramos

O vírus da China: da ameaça ao equilíbrio

Em época do possível risco da nova doença se espalhar pelo mundo, a informação honesta é fundamental




 Foto: Imagem ilustrativa | Reutilização Google

A parcela honesta e moderada da mídia de todo o mundo vem procurando evitar sensacionalismo e alarmismo em torno do avanço do coronavírus, que surgiu na China, deixando mortes, e que já atingiu vários países da Ásia, tendo atingido também parte da Europa e da Oceania. A Organização Mundial da Saúde divulgou alerta sobre o perigo em todos os continentes, até mesmo na América, e as autoridades de saúde pública do Brasil estão atentas, mas, enquanto alguns veículos da mídia fazem terrorismo, outros se baseiam em informações concretas e apontam um panorama menos drástico. O grande jornal alemão “Die Welt”, por exemplo, publicou nesta quarta-feira, dia 29, a seguinte manchete: “Não há razão para cuidados excessivos”.

Em época de vírus circulando por locais públicos e com possibilidade de migrar de um país para outro, como já ocorreu em várias epidemias anteriores, principalmente as procedentes da Ásia, o primeiro conselho que os médicos dão é: “Lavem sempre as mãos”. Se é verdade que a China, em relação ao Brasil, fica do outro lado do mundo, a verdade é que os modernos meios de transporte reduzem as distâncias, daí os cuidados a serem tomados para os próximos dias. Os casos suspeitos em território brasileiro estão sendo monitorados.

A exemplo do que tem ocorrido diante de outros fatos, entre os quais as eleições brasileiras de 2018, as mídias sociais vêm espalhando “fake news” a respeito das providências contra o coronavírus. Uma mensagem circula pelas redes sociais, dizendo: “O governo federal desaconselha brasileiros a viajar para a China e recomenda que isso ocorra apenas em casos de extrema necessidade para evitar a contaminação pelo coronavírus”. Na verdade, porém, o governo não estabeleceu uma proibição. Trata-se de uma recomendação, que faz parte das diretrizes publicadas no boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, atualizado no dia 28. O território chinês passa a ser considerado área de transmissão ativa da doença. As pessoas provenientes da China desde aproximadamente a segunda metade de janeiro e que apresentem febre e sintomas respiratórios podem ser consideradas casos suspeitos. Também é “fake” a notícia de que o Brasil está com mais de 10 mil infectados.

A Rádio Capital, que se alinha entre os veículos da mídia baseados apenas na verdade, checando os fatos, vai continuar mantendo seu público informado em relação à nova doença.





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