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NOTÍCIAS - Exclusivas

Terça-feira, 14/01/2020 12:02
Por Luiz Carlos Ramos

Jornalista Cid Barboza se despede da Capital.

Ao decidir partir para novos desafios, ele foi homenageado na Rádio



Ao microfone, o jornalista Cid Barboza despediu-se nesta terça-feira, dia 14, dos ouvintes e dos companheiros de trabalho da Rádio Capital. Por 13 anos – um terço dos 42 anos de vida da Rádio –, Cid apresentou notícias e opiniões que contribuíram para valorizar os programas da Capital. Por ter começado a trabalhar já em sua época de adolescente, em São Paulo, ele havia completado recentemente o tempo de atividade profissional necessário para requerer a aposentadoria na Previdência Social. Aposentado, mas não ocioso: sempre dinâmico e inquieto, o cidadão paulistano Cid se prepara para iniciar um novo trabalho, com o mesmo talento, em horário que já não o obrigue a se levantar da cama diariamente às 4 horas da madrugada.

“Levo comigo pelas lembranças da Capital”, disse ele.

Sem o vozeirão e os relatos de Cid, os ouvintes da Rádio Capital saem perdendo. Mas devem saber, como consolo, que esse grande jornalista continuará fazendo aquilo que gosta e sempre útil ao País. O diretor de Jornalismo da emissora, Luiz Carlos Ramos, que contratou Cid Barboza em 2007 por conhecer suas qualidades dos tempos das Rádios Record e CBN, explica: “A vida é feita de etapas. Aqui, Cid fez história, com a jovialidade de um garoto e com a experiência de um mestre. Autêntico exemplo para quem gostaria de ser jornalista em rádio. Temos muito a agradecer ao Cid, desejando-lhe boa sorte.”

Nestes 13 anos, Cid Barboza andou pelas ruas de São Paulo, mostrou problemas e buscou soluções. Entrevistou presidentes da República e inúmeros governadores, prefeitos, secretários e parlamentares. Cobriu a visita do papa Bento XVI a São Paulo, assim como esteve presente na prisão de criminosos. Ele tinha horário para entrar, mas não para sair. E foi fora do habitual horário que Cid fez a sua mais marcante cobertura, a do acidente do avião da TAM, junto ao Aeroporto de Congonhas, em 17 de julho de 2007. Às 19 horas, ao ficar sabendo das primeiras informações de que algo anormal havia acontecido no aeroporto, Cid fez prevalecer o sangue de repórter. Morreram 199 pessoas. Diretamente do local, ele enviou boletins a todos os programas, trabalhando seguidamente durante 17 horas. Jornalista é jornalista.

Por esse histórico, Cid Barboza teria de receber, na despedida, uma homenagem à sua altura. A homenagem de toda a Rádio Capital. Logo cedo, nesta terça-feira, ele foi chamado ao programa Eli Corrêa, em que o apresentador o entrevistaria, de surpresa, no quadro “Pequenas Histórias”. Impossível evitar a emoção, mesmo porque, nos últimos dias, dezenas de ouvintes já vinham procurando Cid pessoalmente ou pelo telefone, para lhe desejar “boa sorte”. Denise Oliveira e Ângela Mattos já haviam se desdobrado, organizando um café da manhã de homenagem ao Cid, na Redação da Rádio. Mais tarde, o jornalista esteve no “Debate das 11”, apresentado por João Ferreira, e recebeu novas homenagens, inclusive um live providenciado por Vânia Valfogo, das mídias digitais. Este texto vale por um agradecimento da emissora ao Cid, endossado pelo novo comando da Rádio Capital – o diretor Artístico, Rogério Andrade; o Comercial, Marcello Cesario, e o Administrativo e Financeiro, José Eduardo Pereira. Os três foram até o estúdio para abraçar o jornalista

Cid devolveu o crachá da Capital, mas fica em nossos corações.


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