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NOTÍCIAS - Arte e Lazer / Esportes

Quarta-feira, 09/10/2019 09:25
Por Luiz Carlos Ramos

A festa do melhor basquete do Brasil

Esporte Clube Sírio homenageia seus campeões mundiais de 1979



Esta foto mostra um pouco do que houve de melhor no basquete do Brasil nos anos 1970 e 1980: aqui estão sete dos homenageados domingo, dia 6, no Esporte Clube Sírio, em São Paulo, na festa dos 40 anos da conquista do título mundial de clubes. Um técnico, ainda em atividade, e seis jogadores que fizeram história nas quadras e hoje atuam em vários setores. Da esquerda para a direita, o técnico Claudio Mortari, atualmente treinador do time masculino de basquete do São Paulo Futebol Clube; Eduardo Agra, comentarista de basquete na NBA, no canal de TV ESPN Brasil; Dodi, engenheiro que se especializou em construções; Marcel, médico, dedicando-se aos pacientes na região de Jundiaí; Oscar, o mais premiado das últimas três décadas, tornou-se um requisitado palestrante a respeito de como vencer com muita luta; Marcelo Vido, diretor de Esportes Olímpicos do Flamengo, no Rio, e Marquinhos, grande apoiador da Confederação Brasileira de Basquete na missão de recolocar esse esporte na posição de destaque que teve em outras épocas no País e no mundo.

O título mundial foi conquistado pelo Sírio numa decisão histórica contra o Bosna Sarajevo, da antiga Iugoslávia (hoje, Bósnia Herzegovina), no Ginásio do Ibirapuera, lotado por mais de 15 mil pessoas. Os jogadores principais da equipe campeã, treinada por Mortari, eram o cestinha Oscar, Marcel, Marquinhos (que jogou com a mão esquerda fraturada), o americano Larry Williams, Agra, Marcelo Vido e Saiani. Quase todos eles estiveram na festa do dia 6, em que, além do técnico e desses jogadores, foram homenageados outros atletas que vestiram a camisa do clube, entre os quais Amaury Pasos (um dos melhores do Brasil em todos os tempos, campeão mundial pela seleção em 1959 e 1963), Menon, Paulino Villas Boas e Gilson, além do diretor que comandou os campeões de 1979 e de outras conquistas: Ruy Dip, hoje com 92 anos. Luiz Carlos Ramos, coordenador de Jornalismo da Rádio Capital, um dos responsáveis pelas coberturas de basquete pelo jornal "O Estado de S. Paulo" nas décadas de 1970 e 1980, também esteve lá, revivendo os bons tempos desse esporte, hoje em dia tão maltratado pela mídia esportiva do Brasil. O Sírio, fundado em 1917, já não tem time de basquete na categoria principal dos campeonatos nacionais masculinos, mas está na história ao lado de outros clubes que levavam emoções às quadras: Corinthians, Palmeiras, Francana, Monte Líbano, Tênis Clube de São José dos Campos, São Carlos Clube e Flamengo.


Reencontro de lendas na homenagem aos campeões 
Foto:  Rádio Capital



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