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NOTÍCIAS - Polícia

Terça-feira, 16/07/2019 14:24
Por Luiz Carlos Ramos

Cocaína apreendida no Porto de Santos

Polícia Federal e Receita Federal descobrem grande quantidade de droga em navios



Foto:  Santos -SP

O repórter Cid Barboza tem registrado nos programas da Rádio Capital as seguidas notícias a respeito das apreensões de volumosas quantidades de cocaína em navios aportados no Porto de Santos, o maior e mais movimentado da América Latina. A situação é bastante grave e atinge também os portos do Rio de Janeiro e de Paranaguá-PR. Assunto que merece destaque no site da Rádio, uma vez que a droga é tida como um dos grandes males do mundo moderno.

Na semana de 8 a 12 de julho, os Analistas-Tributários da Receita Federal do Brasil apreenderam o total de 2,5 toneladas de cocaína nos Portos de Paranaguá, no litoral do Paraná e Santos, litoral de São Paulo. No dia 11, Analistas-tributários da Receita Federal, juntamente com equipes da Polícia Federal, atuaram na apreensão de uma tonelada e meia de cocaína que estava escondida no meio de uma carga de fígado de frango que seria exportada para a Europa pelo Porto de Santos, no litoral de São Paulo. O carregamento foi interceptado no cais antes de ser embarcado em um navio. Ninguém foi preso. No mesmo dia, Analistas-tributários e equipes da Polícia Federal atuaram na apreensão de 662 quilos de cocaína que estavam escondidos dentro de um contêiner no Porto de Paranaguá, no Paraná. No dia 5, foram apreendidos 300 quilos de cocaína que caíram de dentro de um contêiner também no Porto de Paranaguá. As bolsas com a droga caíram no pátio enquanto a carga era movimentada dentro do terminal do porto para ser embarcada em um navio que seguiria para o Panamá. A suspeita da Receita é que alguém tentou esconder a droga dentro do contêiner, mas notou a presença de fiscais e abandonou as sacolas em cima do contêiner antes de fugir.

A cidade de Santos (foto) prossegue em sua vida normal, com seus 440 mil habitantes fixos e milhares de visitantes que aproveitam o sol e a praia nas férias de julho de céu azul. Paralelamente, na Zona Portuária, a Polícia Federal e a Receita tentam reforçar o esquema para descobrir novos casos de transporte de droga e, eventualmente, punir os responsáveis. O Brasil não produz cocaína, mas passou a ser um corredor de exportação da droga que entra no país pelas fronteiras secas com a Bolívia, Paraguai, Peru e Colômbia. Ou seja: apenas uma parte da droga trazida ao Brasil permanece aqui, em poder de traficantes, já que a maior parte acaba sendo embarcada em navios rumo à Europa, África, Ásia e Estados Unidos. Há também casos de apreensão de cocaína em aeroportos, especialmente no de Cumbica, na região  metropolitana de São Paulo, porém em menores quantidades. Em geral, homens e mulheres detidos nos aeroportos com alguns quilos de cocaína na bagagem ou ajeitados em recipientes junto ao corpo, são levados à cadeia, julgados e condenados. Vários países mantêm pena de morte para traficantes, caso da Indonésia, onde dois brasileiros foram executados nos últimos anos. Uma vez que o grama de cocaína, após a industrialização de folhas de coca, atinge preços elevados tanto no Brasil quanto no exterior, as quadrilhas de traficantes arregimentam “mulas”, pessoas dispostas e correr risco para cometer o crime de transportar a droga.


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