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NOTÍCIAS - Exclusivas / Saúde

Segunda-feira, 18/06/2018 14:46
Por Ana Paula Novaes

Problemas cardiovasculares podem aumentar durante a Copa

Confira na reportagem de Carla Mota.

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Segurar a emoção durante uma partida da seleção brasileira durante a Copa do Mundo é algo quase impossível, principalmente para os torcedores mais fanáticos, que esperam pelo mundial, ansiosamente, de quatro em quatro anos.

No entanto, é preciso ter cuidado, pois essa euforia pode afetar o coração. Nessa época do ano, os atendimentos nos hospitais podem aumentar, principalmente entre os cardíacos.

Sobre este assunto, a repórter Carla Mota conversou com Helio Castello, cardiologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz. “Qualquer tipo de estresse, eventualmente, pode ser o gatilho para desencadear a piora de um problema cardiovascular já existente. Foi descoberto durante a Copa da Alemanha, em 2006, que, em todas as Copas do Mundo existe uma maior procura nos Prontos-socorros dos países mais ligados ao futebol de pacientes com descompensação de doenças cardiovasculares e outras doenças relacionadas, como hipertensão e diabetes”, destaca.

O médico alerta que o problema pode evoluir para casos de infarto no calor da emoção da partida. “Qualquer momento de estresse agudo, como um jogo de futebol, isso pode acontecer. Algumas pessoas perdem o controle e se emocionam além da conta”, frisa.

Helio Castello deixa algumas orientações para os torcedores. “A primeira é que a pessoa use aquele momento do jogo como um momento de reunião dos amigos, união da família, de brincadeira, diversão, torcendo e ficando ansioso, mas sabendo que a vida continua igual no dia seguinte. A segunda coisa e que talvez seja a mais importante é para que as pessoas que já têm uma doença cardiovascular, que fazem uso de algum tipo de medicamento, não deixem de tomar seus remédios neste período. Também que não tenha abuso excessivo de álcool e de uma alimentação abusiva. A quarta dica é que a pessoa cuide da sua vida como ela cuida do seu carro: que faça uma revisão e tenha uma rotina de acompanhar sua saúde para não ser surpreendida como portadora de uma doença que ela não conhece e que pode colocá-la em risco muito sério”, finaliza.

Confira mais na reportagem completa nos áudios no topo da página. Basta clicar os botões play.





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