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NOTÍCIAS - Cidade

Sexta-feira, 25/05/2018 12:25
Por Ana Paula Novaes

Bruno Covas decreta estado de emergência em São Paulo

Com o decreto, a Prefeitura poderá, por exemplo, apreender combustível estocado em postos de gasolina




A medida é uma resposta à crise de desabastecimento, causada pela greve dos caminhoneiros.
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil


O prefeito Bruno Covas, decretou hoje (25) estado de emergência na cidade de São Paulo. A medida é uma resposta à crise de desabastecimento, causada pela greve dos caminhoneiros.

Com o decreto, a Prefeitura poderá fazer compras sem licitação, requisitar ou apreender bens privados, como por exemplo o combustível que esteja estocado em um posto. Também permite realizar gastos sem depender de empenho orçamentário.

O prefeito determinou também a criação de um comitê de crise que vai avaliar e tomar as medidas necessárias. Caso continue a situação de desabastecimento provocado pelas manifestações, pode haver a decretação de feriado municipal. O estado de emergência pode ainda evoluir para estado de calamidade pública.

Dentre as medidas a serem adotadas estão a suspensão de serviços administrativos não essenciais com vistas à economia de combustível.

O comitê será presidido pelo prefeito e será composto pelos secretários de Justiça, Governo, Comunicação, Fazenda, Segurança Urbana, Procurador Geral do Município.

“A Prefeitura, com o auxílio da Polícia Militar, continua empenhada em fazer valer a liminar obtida na quinta-feira, que obriga os grevistas a suspender atos que impeçam o abastecimento de combustível para os serviços essenciais”, diz a nota da administração municipal.

Ônibus – Segundo a Prefeitura, no pico da manhã desta sexta-feira, 25, circularam na cidade de São Paulo cerca de 60% dos ônibus programados para o horário. Para o entrepico, as empresas que operam o transporte coletivo municipal foram autorizadas pela SPTrans a rodar com 40% da frota. A medida é necessária para garantir que a frota esteja operacional no fim da tarde e noite. Já a frota de trólebus está 100% operacional.

O rodízio municipal de veículos está suspenso durante todo o dia. A Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes determinou que a SPTrans e a CET reforcem as equipes de rua para orientar os passageiros e motoristas sobre as mudanças.

Também está suspensa a coleta de lixo na cidade e os serviços de limpeza urbana como a varrição de vias e logradouros estão reduzidos. A limpeza de pós-feiras, recolhimento de animais mortos e coleta de resíduos hospitalares, no entanto, são executados normalmente.

Serviços - os serviços de Saúde funcionam normalmente, apenas com faltas pontuais de funcionários que tiveram dificuldades de chegar ao trabalho. As aulas também foram mantidas em toda a rede municipal. Houve manifestações de vans do Transporte Escolar Gratuito que prejudicaram o serviço em especial na região sul da cidade. A paralisação de condutores do TEG afetou principalmente o atendimento nas regiões de Freguesia, Brasilândia, Pirituba, Jaraguá e Capela do Socorro. A merenda escola garantida. A partir de segunda-feira pode ser necessária haver adaptações no cardápio servido aos estudantes.

A Prefeitura de São Paulo ainda negocia com os sindicatos dos caminhoneiros e das empresas de transporte de cargas para fazer valer a liminar obtida na quinta-feira (24).




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