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Terça-feira, 22/05/2018 15:33
Por Ana Paula Novaes

Escolhas malsucedidas no amor, o chamado dedo podre, são relacionadas ao inconsciente

Confira na reportagem de Cid Barboza.

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Comportamento repetitivo pode requerer ajuda especializada
Foto: Pixabay




Uma expressão comum para caracterizar uma série de escolhas amorosas malsucedidas é dizer que alguém tem o “dedo podre”. Com isso, fica definido o comportamento repetitivo de algumas pessoas que, apesar da boa índole, sempre se relacionam com indivíduos de caráter duvidoso.

Sobre este assunto, o repórter Cid Barboza conversou com a doutora em Psicologia do Desenvolvimento Humano, Cristiane Moraes Pertusi. “O chamado dedo podre está relacionado ao tipo de escolhas afetivas que o ser humano faz e estas escolhas têm relação com a história de vida de cada um. Com o estilo de família, com os modelos de pai e mãe que se teve. Então, é por isso que este dedo podre vira um ciclo repetitivo, por que tem a ver com as histórias mal resolvidas de cada um, que se reproduzem na vida afetiva”, diz.

A psicóloga explica o que leva as pessoas a fazerem escolhas ruins continuamente. “O que determina nossas escolhas não são padrões conscientes, que a pessoa domina. Eles são padrões involuntários e têm a ver com modelos, como nossos pais foram, e a pessoa acaba reproduzindo isso nas relações afetivas”, acrescenta.

Para superar este problema, a dica é buscar ajuda profissional. “Buscar trabalhos de desenvolvimento, como psicoterapia, coaching de vida, para se dar conta destes padrões repetitivos”, frisa.

O chamado dedo podre pode acontecer tanto com as mulheres como com os homens. “Muitas vezes, o homem tem padrões conturbados em sua vida afetiva e tem dificuldade de perceber que isso tem a ver com seu mundo interno, com suas ansiedade, medos e insegurança”, alerta.

Confira mais na reportagem no áudio no topo da página. Basta clicar os botões play.






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