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Quinta-feira, 22/03/2018 14:41
Por Ana Paula Novaes

Doação de medula óssea é procedimento indolor, simples e que salva vidas, explica especialista

Confira a participação do médico médico onco-hematologista, Celso Massumoto, no Programa Eli Corrêa.

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Eli Corrêa e Celso Massumoto
Foto: Arquivo Pessoal




O médico onco-hematologista e coordenador da área de transplante de medula óssea do Hospital Nove de Julho participou do Programa Eli Corrêa, Celso Massumoto. Responsável pelo tratamento de uma funcionária da Rádio Capital, Vânia Valfogo, hoje completamente recuperada, ele destacou durante a entrevista a importância das doações de medula, que podem salvar muitas vidas.

“A medula óssea é tecido gelatinoso que nós temos no interior de todos os ossos. Ela é responsável pela produção do sangue. Para resumir, ela é a fábrica do sangue. Já o transplante de medula é um tratamento que visa a cura de diversas doenças do sangue, entre elas as leucemias e linfomas, mas também algumas doenças chamadas de ‘benignas’, mas que têm um comportamento muito ruim, como são as aplasias de medula”, explica.

O médico explica ainda que, para o doador, o procedimento é indolor. “Qualquer indivíduo, de 18 a 60 anos de idade, que esteja com boa saúde, pode ser doador. Até mesmo menores de idade podem doar, desde que haja uma declaração dos pais permitindo a doação. É importante que as pessoas saibam que o processo é indolor e que o cadastramento é muito simples, disse.

Vânia também participou da conversa com Eli Corrêa e contou como foi sua experiência com o transplante de medula. “Eu tenho o doutor Celso como meu herói. Ele trouxe a luz quando eu estava lutando contra um inimigo que ninguém conseguia enxergar. Meu sentimento por ele é de gratidão total”, frisa.

Ela ainda destacou: “Doem, gente. Quando eu estive internada, todo mundo acompanhou. Pedi doação de sangue nas duas internações que eu tive e é muito importante. Por um ato de solidariedade de alguém que doa medula hoje eu estou curada, me sinto curada. Se essa pessoa não tivesse esse ato de solidariedade, não sei como eu estaria hoje. Doem, porque traz um sentimento bom para quem doa e para quem recebe”.

Confira o bate-papo completo. Basta clicar o botão play  no topo da página.






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