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NOTÍCIAS - Brasil / Polícia

Sábado, 17/03/2018 08:48

Jungmann diz que munição que matou Marielle foi roubada da PF na Paraíba

A vereadora e o motorista Anderson Pedro Gomes foram mortos com uma pistola 9mm; a munição é do mesmo lote utilizado em uma chacina em Osasco em 2015




Segundo o ministro, informações que chegaram a ele dão conta de que a munição foi subtraída da sede dos Correios na Paraíba
Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil




A perícia constatou que a vereadora Marielle Franco (PSOL) e o motorista Anderson Pedro Gomes foram mortos com tiros de uma pistola calibre 9mm. O crime aconteceu na noite da última quarta-feira (14). Os criminosos emparelharam um carro ao lado do que Marielle estava e efetuaram os disparos. Ela teria sido seguida por cerca de quatro quilômetros após deixar um evento na Lapa, região central do Rio de Janeiro. A munição utilizada pelos criminosos é de um lote vendido para a Polícia Federal de Brasília em 2006.

A informação foi divulgada ontem (16) pelo RJTV 1ª edição, da TV Globo. Além disso, a Polícia Civil já descobriu que a munição é original e pertence ao lote UZZ-18, comprado com duas notas fiscais da Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC). O lote tinha 1,859 milhão de cápsulas, que foram encaminhadas para superintendências de São Paulo, Rio Janeiro e DF receberam mais de 200 mil balas cada uma.

O ministro extraordinário da Segurança Pública, Raul Jungmann, afirmou que as munições foram roubadas de um carregamento da Polícia Federal. Segundo o ministro, informações que chegaram a ele dão conta de que a munição foi subtraída da sede dos Correios na Paraíba "anos atrás".

"A Polícia Federal já abriu mais de 50 inquéritos por conta dessa munição desviada. Então eu acredito que essas cápsulas encontradas na cena do crime foram efetivamente roubadas. Também tem a ver com a chacina de Osasco, já se sabe”, disse, referindo-se à morte de 17 pessoas pela Polícia Militar de São Paulo, ocorrida em 2015.

De acordo com Jungmann, o carregamento das balas foi dividido em três partes: uma parte ficou em Brasília, a segunda foi roubada dos Correios no estado nordestino e outra, segundo informações preliminares, teria sido desviada por um escrivão da Superintendência da PF no Rio de Janeiro.

O ministro disse que a corporação destacou "o melhor especialista em impressões digitais e DNA" para avaliar o material das cápsulas encontradas no local onde Marielle e o motorista do carro em que ela estava foram mortos.

Fonte: Agência Brasil




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