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NOTÍCIAS - Cidade

Sábado, 20/01/2018 10:33
Por Ana Paula Novaes

Prefeitura de São Paulo lança PPP para construção de 34 mil unidades habitacionais

Confira na reportagem de Cid Barboza.

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Projeto será desenvolvido por meio da Secretaria Municipal da Habitação e da Cohab-SP
Foto: Leon Rodrigues/Secom





A questão da habitação popular sempre está na pauta do dia em São Paulo. A novidade nesta área é que a Prefeitura de São Paulo lançou o primeiro programa de Parceria Público-Privada da habitação. Sobre este assunto, o repórter Cid Barboza conversou com o presidente da Cohab, Edson Aparecido, que explicou como funcionará o projeto.

“A Prefeitura lançou um programa de 34 mil unidades habitacionais. Nós estamos pegando terrenos da Prefeitura, da Cohab e estamos convocando a iniciativa privada para que ela participe do processo de construção destas unidades. Ao longo de 25 anos, a Prefeitura faria uma contraprestação, pagando este serviço e, com isso, poderíamos ter uma oferta de moradia popular muito maior do que temos hoje na cidade de São Paulo”, disse.

Nessa primeira fase, será aberta a Consulta Pública pelo prazo de 30 dias para a sociedade contribuir com propostas para aperfeiçoamento do programa. Depois de avaliadas as contribuições, serão preparados os editais para a realização das concorrências públicas internacionais.

Os critérios de seleção e habilitação dos futuros moradores serão definidos pela Cohab-SP, que será o poder concedente da PPP. O cadastramento das famílias será uma prerrogativa exclusiva do município. Em uma primeira etapa, está previsto o uso de terrenos pertencentes ao município e à Cohab-SP, que permitirão a construção de 17 mil unidades

De acordo com ele, a meta é entregar 4 mil unidades nos próximos seis anos. A parceria também envolverá o governo do estado e o governo federal.

Segundo ele, será atendido o cadastro da Cohab para a distribuição das unidades e também aqueles que recebem o aluguel social. “Estamos lançando 12 lotes em 12 regiões da cidade. Não será apenas a construção da moradia. Colocaremos estes empreendimentos próximos às estações do Metrô e terminais de ônibus. Além disso, serão 60% de moradias, 20% de equipamentos sociais como creches e unidades básicas de saúde, e 20% de área comercial, para que possamos instalar nesses conglomerados uma farmácia, uma área de comércio”, destacou.

Cerca de 8 mil unidades deverão ser erguidas no bairro do Ipiranga, na região de Heliópolis, divididas em quatro lotes. Para um desses lotes será reservada área dedicada a um Polo de Logística Urbana, com a finalidade de ampliar a geração de emprego e renda no bairro.

Além da região do Ipiranga, o programa prevê, inicialmente, empreendimentos na Mooca, Vila Maria/Vila Guilherme, Santo Amaro, Guaianases, Lapa e Casa Verde/Cachoeirinha. Há estudos avançados para outras regiões da cidade, que serão apresentados nas etapas subsequentes da execução do programa.  

Confira a entrevista completa nos áudios no topo da página. Basta clicar o play.













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