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NOTÍCIAS - Saúde

Segunda-feira, 15/01/2018 15:28
Por Ana Paula Novaes

Secretário tira dúvidas sobre a vacinação de idosos contra a febre amarela

Ele também falou sobre as doses fracionadas da vacina. Confira na reportagem de Cid Barboza.




Campanha com doses fracionadas terá início no dia 3 de fevereiro em 53 cidades
Foto: Pedro Ventura/Agência Brasília




A febre amarela preocupa a população e mobiliza as autoridades do setor de saúde pública em São Paulo. Uma das dúvidas quanto à campanha de vacinação diz respeito aos idosos. Afinal, pessoas com mais de 60 anos devem ou não ser imunizadas?

De acordo com o secretário estadual de Saúde, David Uip, acredita que deva haver bom senso nesta decisão. “Um indivíduo de 60 anos, rígido, que nunca teve uma doença, pode vir tomar a vacina. Tudo é questão de bom senso. Agora, um indivíduo de 61 anos, cardiopata, diabético, hipertenso, precisa ser avaliado por um médico. É óbvio que não vamos estabelecer burocracias neste momento. Quanto mais práticos e menos burocráticos, melhor”, frisou.

Quanto à vacina fracionada, que será aplicada a partir do dia 3 de fevereiro em 53 cidades de São Paulo, Uip afirma que ela é a solução para o momento. “Não há diferença de eficácia entre a vacina fracionada e a integral. O que estamos discutindo é o tempo que ela perdura, protegendo, em número de anticorpos suficientes em número de anos”, diz. “Hoje, a Organização Mundial da Saúde entende que a vacina integral dá proteção definitiva. A vacina fracionada, os trabalhos que foram mostrados, ela deu proteção de até oito anos”, acrescentou.

Já a diretora do Centro de Vigilância Epidemiológica, Regiane de Souza, explicou como será a vacinação com a dose fracionada e deixou claro que a preocupação com a febre amarela é anterior ao agravamento do número de casos. “Nós vamos vacinar 53 municípios nos corredores ecológicos, de acordo com o que já estamos trabalhando desde abril de 2016. Uma parte, trabalharemos nos corredores ecológicos, e outra parte, que é Baixada Santista e litoral norte, vamos fracionar e vacinar toda a população destas regiões. A expectativa do governo do estado é que, no fracionamento, vacinemos em torno de 4,5 milhões de pessoas, e, com a dose plena – porque há um grupo que continua recebendo a dose plena - isso chegue a 6,5 milhões de pessoas em 15 dias”, orienta.

Confira mais na reportagem de Cid Barboza. Basta clicar o play no topo da página.






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