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NOTÍCIAS - Exclusivas / Saúde

Terça-feira, 29/08/2017 11:34
Por Ana Paula Novaes

Fumo passivo é responsável por infecções respiratórias em bebês e crianças

Médico faz o alerta no Dia Nacional de Combate ao Fumo. Confira na reportagem de Cid Barboza.

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Hoje, dia 29 de agosto, é o Dia Nacional de Combate ao fumo. Cada vez mais, as pessoas estão mais conscientes sobre os problemas de saúde provocados pelo tabaco.  No entanto, é importante alertar sobre algo: o efeito do cigarro na saúde das crianças.

O repórter Cid Barboza conversou sobre este assunto com o médico do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas e do Hospital Sírio Libanês, Paulo Taufi Maluf Júnior. “As crianças são afetadas pelo tabaco, pelo fumo passivo, antes mesmo do nascimento. A mãe que é exposta à fumaça do cigarro tem maior probabilidade de ter bebês com menos semanas de gestação, bebês com menos peso de nascimento e maior probabilidade de abortamento”, diz.

De acordo com ele, o cigarro tem, no mínimo, 2 mil substâncias tóxicas. De acordo com ele, a única maneira de se prevenir contra os problemas causados pelo fumo é afastar a mãe e o bebê de toda e qualquer interferência do cigarro. “A pessoa que fuma impregna as cortinas, os tapetes, a própria roupa do fumante é impregnada com as substâncias tóxicas. Portanto, não adianta somente não fumar na frente da pessoa. Você não pode fumar no ambiente que a pessoa frequenta”, destaca. “Quem fuma, deve fumar bem longe de casa e, de preferência, não trazer para perto do fumante passivo a sua roupa impregnada destas substâncias”, acrescenta.

Ele ainda frisa os principais problemas causados pelo cigarro. “Existe um fenômeno que pode ser verificado com raridade que é a morte súbita do lactente. É aquele bebê que está dormindo, para de respirar, tem uma parada cardíaca e falece no berço, sem que exista uma causa aparente para isso. Nos ambientes carregados de fumo essa ocorrência é definitivamente mais frequente”, alerta.

O médico ainda fala sobre as doenças respiratórias. “Bebês no primeiro ano de vida podem ter processos inflamatórios brônquicos, como a bronquiolite, podem ter quadros respiratórios agudos por toda a primeira infância. E as crianças que são fumantes secundárias contraem esses problemas com maior frequência”, acrescenta.

Confira mais na reportagem em áudio. Basta clicar o play.






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