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NOTÍCIAS - Exclusivas / Saúde

Terça-feira, 01/08/2017 12:52 - Atualizado em 08/09/2017 13:08
Por Ana Paula Novaes

Além do alimento, ato de amamentar fortalece os laços entre a mãe e o bebê

A repórter Carla Mota preparou uma série especial de reportagens sobre a Semana Mundial da Amamentação. Confira!

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Para quem tem o privilégio de ter um bebê em casa, sabe que, na maior parte das vezes, o choro é um aviso do pequeno de que a fome bateu. Nessa hora, aquela que carregou e protegeu o filho na barriga durante nove meses, deixa tudo de lado e oferece o alimento mais completo que a criança pode receber: o leite materno.

Nesta terça-feira, dia 1º de agosto, é celebrado o Dia Mundial da Amamentação, data que abre também a Semana Mundial da Amamentação. Para destacar a importância deste ato, que faz muita diferença na vida de uma criança, a repórter Carla Mota preparou uma série de reportagens especiais sobre o assunto.

Na primeira parte, a médica pediatra Ana Paula Eyama explica o porquê de a amamentação ser tão importante. “O ato de amamentar causa uma proximidade muito grande entre mãe e filho, a questão de ter uma sensação de cuidado, de pele a pele, de o bebê conseguir ouvir a voz da mãe e sentir seu toque. Ao mesmo tempo, ela está nutrindo, oferecendo para o bebê todos os nutrientes necessários para o crescimento e desenvolvimento intelectual e neurológico da criança. E, além disso, é que ela está oferecendo todos os anticorpos, todas as defesas que ajudarão o bebê, que tem a imunidade ainda em desenvolvimento, a estar mais preparado para se proteger contra infecções e doenças que possa estar exposto”, destaca.

Mamãe de primeira viagem, Thaís de Oliveira, de 33 anos, conta como foi viver essa experiência. “É um momento muito mágico. Lembro do primeiro dia, quando o Miguel nasceu, que a enfermeira colocou ele ao meu lado e, depois de um tempo, ela disse que estava na hora de dar de mamar para ele. Como sou mãe de primeira viagem, não sabia exatamente o que fazer. Perguntei para ela: “como eu faço?”. E ela disse que eu não precisava fazer nada, que ela o colocaria em meu colo e que ele, automaticamente, pegaria meu peito. E foi isso que aconteceu. Ele veio direto no meu peito e começou a se alimentar e eu achei incrível, totalmente mágico. Atualmente, ele está com um mês e meio e só se alimenta pelo meu peito”, frisa.

A médica acrescentou a beleza desse momento. “Isso é uma das coisas mais bonitas da amamentação, porque é instintivo. Quando se coloca um bebê perto do seio da mãe, o bebê vai se aproximando da mãe, querendo se nutrir. A mãe só vai ajudá-lo. Ao mesmo tempo em que precisamos ensinar um pouco para o bebê, o instinto já vem com ele”, acrescenta.

A mãe do pequeno Miguel também levanta uma questão importante: durante a noite, é necessário acordar o bebê para mamar?

“Nos primeiros dias de vida, não há um horário certo para o bebê se alimentar. Ele vai chorar e a mãe oferece para ele mamar, todas as vezes que ele pedir. Isso é o que chamamos de livre demanda e é o que a gente preconiza. Orientamos o intervalo de duas a três horas só para que a mãe tenha uma noção de quanto tempo o bebê irá querer mamar. Mas não se prendam a isso. O bebê mamará quando tiver vontade”, finaliza Ana Paula Eyama.

A série especial de reportagens de estende ao longo dessa semana, com depoimentos e dúvidas de outras mães e mais dicas da pediatra.

Confira a seguir as demais partes da reportagem especial:

   








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