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NOTÍCIAS - Saúde

Sexta-feira, 24/02/2017 15:38
Por Ana Paula Novaes

Especialista destaca: todo mundo mente

Confira mais na entrevista de Carla Mota com o autor Roland Fischmann



Algo que todo mundo já fez na vida, e não apenas uma vez, é o tema da reportagem especial de hoje (24): a mentira. A repórter Carla Mota conversou com Roland Fischmann, autor do livro “História Universal da Mentira”, lançado pela editora Amarilys.

De acordo com ele, o ser humano tem o costume de mentir. “Isso é intrínseco ao ser humano, desde a mais tenra infância ele aprende a mentir. Um exemplo é: quando o bebê está chorando, a mãe coloca uma chupeta na boca do bebê. Com isso, a mãe está contando uma mentira. O bebê não quer a chupeta, mas ele aceita a mentira por um tempo”, diz.

Roland destaca que há vários motivos para a mentira acontecer, inclusive motivos nobres. “Por exemplo, quando uma pessoa está hospitalizada, em estado terminal, e você não conta. Esse é o caso clássico da mentira do bem”, acrescenta.

O grande problema com a mentira é quando ela se torna algo usual. “Há casos até doentios e às vezes até perigosos. O mentiroso patológico perigoso é o psicopata, que não sente remorso”, afirma.

O brasileiro também sabe que muitos políticos são mentirosos. Mas o escritor destaca: a mentira tem limites. “A perda de credibilidade é rápida e cruel”, frisa.

Ele ainda afirma que há mentiras que podem machucar seus próprios autores. “Uma mentira exige um esforço enorme da pessoa. Não é uma zona de conforto e tenho certeza de que ela ficaria melhor se enfrentasse a verdade”, salienta.

Confira a entrevista completa nos áudios abaixo.

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