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NOTÍCIAS - Saúde

Sexta-feira, 20/01/2017 13:31
Por Ana Paula Novaes

Equipe do #TamoJunto conversa com Helena Sato, diretora de imunização da SEE sobre a febre amarela

Ela esclareceu dúvidas sobre a doença. Confira a entrevista completa.



A equipe do #TamoJunto conversou na manhã desta sexta-feira (20) com a diretora de imunização da Secretaria Estadual de Saúde, Helena Sato, sobre a febre amarela. A recomendação da vacina, no momento, é apenas para pessoas que moram nas áreas com casos suspeitos ou que viajarão para essas localidades.

“O que é importante esclarecermos é que existe uma área de indicação de vacinação contra a febre amarela, que são as regiões Noroeste e Sudoeste do estado, no interior de São Paulo. São cerca de 400 municípios, onde moram cerca de 10 milhões de pessoas, que já tomam a vacina contra a febre amarela. A maioria dessa população já está vacinada”, destacou.

Quanto à preocupação, que tem levado as pessoas a buscarem a vacina em São Paulo, Sato esclarece: “no estado de São Paulo, nós sabemos que há a circulação do vírus da febre amarela. O sentinela do vírus são os macacos e nessa região de risco é orientado que, na identificação de morte de macacos, eles precisam ser avaliados; são feitos exames específicos para sabermos se há ou não a existência do vírus da febre amarela. No estado de São Paulo há uma ação coordenada da Vigilância Epidemiológica com os municípios e, uma vez, identificada a presença da febre amarela é recomendada a população que vai ou mora na região, que tome a vacina”, diz.

A vacina pode ser encontrada nos postos de saúde. “Para quem mora na capital de São Paulo ainda não há necessidade de tomar a vacina, pois a circulação do vírus está concentrada na região Noroeste do estado. Cidades como Jales, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Franca e Barretos, por exemplo. Quem mora ou vai viajar para estas cidades deve tomar vacina”, frisa.

Sato ainda destaca que a vacina não é indicada para pessoas que fazem tratamentos de quimio e radioterapia, que tomam corticoides em quantidades elevadas, grávidas e para quem tem alergia grave de ovo. “É importante deixarmos claro que esta vacina está no calendário básico de vacinação do SUS. Para quem mora nas áreas de risco, a primeira dose deve acontecer após os nove meses de idade, com uma segunda dose aos quatro anos de idade. Quem já é adulto e nunca tomou, pode buscar a dose a qualquer momento, mas terá um reforço único daqui há dez anos”, destaca.

Confira a entrevista completa abaixo. Basta clicar o play.

Foto: Reutilização Google

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