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NOTÍCIAS - Memória

Quarta-feira, 14/12/2016 15:37

Temer diz que dom Paulo defendia liberdade e sociedade justa

Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, também lamentou a morte do cardeal.



Por meio de nota, o presidente Michel Temer lamentou a morte de Dom Paulo Evaristo Arns. O cardeal estava internado desde o dia 28 de novembro com broncopneumonia no Hospital Santa Catarina, em São Paulo. Ele morreu na manhã de hoje (14). O velório está previsto para o final da tarde na Catedral da Sé.

Na nota divulgada pelo Palácio do Planalto, Temer diz que “Dom Paulo foi um defensor da liberdade e sempre teve como norte a construção de uma sociedade justa e igualitária”.

Temer acrescenta que o Brasil “perde um defensor da democracia e ganha para sempre mais um personagem que deixa lições para serem lembradas eternamente”.

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, também divulgou uma nota, lamentando a morte do cardeal. No texto, Alckmin disse que Dom Paulo deixou muitos ensinamentos e ao longo da vida escolheu a linha de frente para defender os mais fracos e os feridos pela injustiça.

O governador afirmou ainda que Dom Paulo ajudou a mudar a história do Brasil. Alckmin pediu que, nessa hora de dor, o exemplo do cardeal nos faça mais atentos aos seus valores – solidariedade, justiça, paz, ética e coragem. O velório está previsto para o final da tarde na Catedral da Sé. 

Dom Paulo tinha 95 anos, 71 anos de sacerdócio e 76 anos de vida franciscana. Ele era cardeal desde 1973 e foi arcebispo metropolitano de São Paulo entre 1970 e 1998.

Com informações da Agência Brasil.

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

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